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Crítica a Dois – Goosebumps: Monstros e Arrepios

Bonecos - Homem

Não é segredo para ninguém que Goosebumps: Monstros e Arrepios é uma enxurrada de referências, mas o filme consegue juntar todas as referências sem ofender ninguém. Se você é fã da série de livros, você vai gostar. Caso seja fã de R.L. Stine, também irá gostar. Agora, se você é fã da antiga série de TV, provavelmente você vai amar.

O projeto já passou pela mão de nomes como George A. Romero e Tim Burton, então pressão não faltava para o diretor Rob Letterman, que ainda assim conseguiu deixar a obra engraçada para os adultos e um misto de humor e terror para os mais jovens.

A grande surpresa entre os atores fica por conta de Dylan Minnette. O jovem ator sempre esteve em destaque como uma promessa, seja no dramático Refém da Paixão, ou no alegre Alexandre e o Dia Terrível, Horrível, Espantoso e Horroroso, mas esta é a primeira que ele se sustenta como o papel principal, e não decepcionou com o maior tempo em tela.

Ninguém chegou a comprometer em suas atuações, Odeya Rush fez uma boa moça misteriosa e curiosa, Ryan Lee arranca boas risadas da plateia com o seu papel de “alivio cômico”, e Jack Black, bem, mais uma vez foi Jack Black, mas com uma pequena pitada de Eddie Murphy, já que ele fez o escritor R. L. Stine, o boneco Slappy e o Garoto Invisível.

O filme deixa uma ponta solta ao seu fim, o que pode indicar um segundo filme, e isso não me parece uma boa ideia, ou um spinoff em forma de uma nova série, quem sabe até uma animação, e esta ideia já me agrada um pouco mais.

Agora o que eu não falei no começo da crítica, é que outra fonte parece ter sido usada como referência, Jumanji, e se você é fã do clássico filme de 1995, talvez você ache elemento descaradamente copiados, e te afaste um pouco do filme.

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A semelhança com Jumanji é nítida, e o final aberto com o Garoto Invisível deixa no ar a possibilidade de dar continuidade na produção. Então, quem sabe, assim como o aconteceu com o filme de Robin Williams, podemos ter a continuação em desenho, o que, como eu disse acima, pode ser bom.

Mas o Garoto Invisível pode fazer exatamente a mesma coisa que Slappy “O Cara de Pau” fez neste filme, o que deixaria a continuação sem muitas novidades para ser explorada. O que quando se trata de série infanto-juvenis não seria uma surpresa.

 

Bonecos - MulherFui assistir Goosebumps com a esperança de ser meu novo filme favorito. O filme é de temática juvenil e ficção, além da fantasia ele se prende nas curiosidades da juventude e em uma história de amor pouco provável.

Como todo filme do Jack Black o humor sempre está presente, o ator começa o filme como um escritor carrancudo e termina como um paizão. O casal de atores jovens Odeya Rush e Dylan Minnette alem de embelezarem o filme, não ficam devendo na atuação.

Se como eu não conhece os livros o filme é meio que um Jumanji, mas ao invés de um jogo, são livros abertos que trazem os monstros e bichos para a vida real. Os animais e monstros são bem feitos, mas nada muito extraordinário.

O longa é divertido e engraçado, não é melhor que Jumanji, talvez por nem haver comparação entre o Jack Black e nosso eterno Robin Willians ou por ser em partes ter referencias/cópia demais. Mas recomendo.

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A Hannah na verdade é mais um criação do escritor, por se sentir sozinho escreveu uma livro sobre a ?filha?.
Somente um livro foi aberto por Zach, o resto foi a vingança de uma marionete.

 



Cinema à Dois expõe toda a dificuldade de um casal com gosto para filmes completamente diferente um do outro.