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Crítica – Guardiões da Galáxia Vol. 2

Depois do sucesso do primeiro filme, ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2’ passou a ser um dos filmes mais aguardados da Marvel, apesar de usar os mesmos ingredientes de filmes anteriores, como os alívios cômicos durante cenas de ação e grandes efeitos visuais, os novos personagens do universo cinematográfico da Marvel foram aceitos muito bem pelo público. Por conta disso é com muita satisfação (e alivío) que venho escrever sobre um ótimo longa.

Não achei o melhor filme da Marvel, nem achei melhor que o primeiro filme dos heróis lançado em 2014, mas me surpreendi com um enredo muito interessante. A trama te envolve não só na missão dos Guardiões, ela também te conecta com os personagens de forma individual, é possível conhecer um pouco de cada um deles fora da equipe, e entender uma fração da dor por traz de todo o humor do longa.

Falando em Humor…. ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2’ é um filme sobre família, por conta disso a história é sim em determinados momentos mais forte e séria, e a única coisa que me incomodou durante todo o longa foi a insistência em piadas fora de hora. É obvio que o humor e a trilha sonora são as principais características dessa equipe, mas acho que rolou uma forçada de barra em algumas cenas. Fora isso o longa segue exatamente como o esperado, uma trilha sonora excepcional, com hits que ficam na cabeça e que se encaixam na trama como uma luva, agregando um monte para o enredo.

A equipe segue em ótima forma, todos os personagens estão muito bem entrosados, e todos os atores dão um show de interpretação. Chris Pratt (Peter Quill), Zoe Saldana (Gamora), Dave Bautista (Drax) mantem o mesmo nível de excelência do filme anterior, nada a declarar sobre Rocket (Bradley Cooper) e Groot (Vin Diesel) que são só amor. Além disso o longa trabalhou muito bem seus personagens secundários, dando a oportunidade dos atores Karen Gillan (Nebula), Michael Rooker (Yondu) e Pom Klementieff (Mantis) apresentarem um ótimo trabalho e somarem a equipe, Kurt Russell (Ego) por outro lado não me agradou tanto, não achei um interpretação ruim, só não se destacou como deveria. Uma pausa para as participações especiais, Stan Lee como de praxe faz sua ponta e nos arranca umas boas risadas, e ninguém menos que Sylvester Stallone (Stakar Ogord) que já declarou ter adorado fazer parte desse universo.

Para os fãs do universo cinematográfico da Marvel (assim como eu), o longa não é nenhuma surpresa, um filme ótimo com um enredo interessantíssimo, mas não é possível ver nada muito diferente que a velha receita de bolo da Marvel, mesmo assim ele supriu minha expectativas, então corre pro cinema que você não vai se arrepender.



Cinéfila com fobia a filme de terror. Teve como primeiro amor Harry Potter, mas hoje o seu futuro marido é ninguém menos que Tony Stark. Adora rever filmes, prefere super produções e ainda não assistiu O Poderoso Chefão!