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Crítica – Mulher-Maravilha

É mais que natural a desconfiança por trás dessa estreia, afinal depois de todas as críticas negativas dos últimos filmes da DC, os fã de heróis ficaram meio apreensivos, mas é com muita alegria que eu anuncio que o filme está MARAVILHOSO!

Como eu já disse algumas vezes por aqui, filmes que contam as origens de personagens me preocupam, pois sempre achei que eles se tornam monótonos com muita facilidade, mas de forma nenhuma é isso que ‘Mulher-Maravilha’ nos apresenta, o enredo do longa é muito envolvente, e mesmo estando tudo muito explicadinho eu só queria saber ainda mais sobre ela.

O longa acerta em absolutamente tudo. Os efeitos estão bem bacanas, nada muito surpreendente, mas dentro do conjunto ficou bem satisfatório. As imagens são lindas, em especial as da Ilha Paraíso ou Temíscira, que são de tirar o folego.

Diferente de ‘Batman Vs Superman – A Origem Da Justiça’, o longa está leve, com diálogos bem humorados (mas nada parecido com os filmes da Marvel) que ocorrem de forma fácil, muita entrosação com os personagens, e um romance bacana mas que em nenhum momento tira o protagonismo da Heroína, feito excepcional da diretora Patty Jenkins. ‘Mulher-Maravilha’ prova como é essencial ter uma mulher fodona dirigindo um filme sobre outra mulher fodona, em nenhum momento Diana (Gal Gadot) é apagada por seu par romântico.

Falando em Gal Gadot, a atriz samba na cara das pessoas que entortaram o nariz na época da sua escalação para o papel, ela apresenta a ingenuidade, inteligência e força da personagem de uma forma tão cativante, que é quase impossível não sair do cinema completamente apaixonado por ela. Além de Gadot, Connie Nielsen (Hipólita) e Robin Wright (Antiope) estão barbaras em seus papéis, e me deixaram curiosas para saber mais sobre a história da Amazonas, e Chris Pine (Steve Trevor) também não desaponta.

O longa está de um bom gosto sem precedentes, e fica aqui minha torcida para que a DC mantenha o nível nas suas próximas estreias, afinal as expectativas estão gigantes. Então corre pro cinema mais próximo no dia 1 de junho e conheça a origem de uma heroína fodona.



Cinéfila com fobia a filme de terror. Teve como primeiro amor Harry Potter, mas hoje o seu futuro marido é ninguém menos que Tony Stark. Adora rever filmes, prefere super produções e ainda não assistiu O Poderoso Chefão!