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Filmes com a temática LGBT para abrir a cabeça

Hoje, dia 17 de maio, é o Dia Internacional do Combate à Homofobia, e como sabemos que muitas pessoas ainda possuem um preconceito quase que imposto pelo meio em que vive, resolvemos listar filmes e documentários que mostram a realidade de gays, lésbicas, bissexuais e trans de forma delicada e real, para tentar abrir a cabeça dos mais relutantes:

 

Strike a Pose

Em 1990, sete jovens dançarinos – seis gays e um hétero – juntaram-se à estrela do pop Madonna em sua turnê Blond Ambition, a mais ousada e controversa até então e que deu origem ao filme ‘Na cama com Madonna‘. Autoproclamada mãe de seus dançarinos, a cantora aproveitou as filmagens para marcar posição em questões ligadas aos direitos dos homossexuais, liberdade de expressão e desmistificação da AIDS. Este documentário revela a surpreendente e emocionante história desses extravagantes dançarinos, que logo se tornaram ícones da liberdade sexual, inspirando jovens do mundo todo.

 

Tomboy

Laure (Zoé Héran) é uma garota de 10 anos, que vive com os pais e a irmã caçula, Jeanne (Malonn Lévana). A família se mudou há pouco tempo e, com isso, não conhece os vizinhos. Um dia Laure resolve ir na rua e conhece Lisa (Jeanne Disson), que a confunde com um menino. Laure, que usa cabelo curto e gosta de vestir roupas masculinas, aceita a confusão e lhe diz que seu nome é Mickaël. A partir de então ela leva uma vida dupla, já que seus pais não sabem de sua falsa identidade.

 

Bridegroom

Um documentário intensamente pessoal sobre o debate em curso sobre os direitos legais de casais do mesmo sexo. Entrevistas, fotos e vídeos das testemunham e de todas as ligações incomum que reunirão Shane Bitney Crone e o seu esposo Tom. Durante seis anos, eles permaneceram unidos, apesar dos desafios extremos, tanto da família e da sociedade, até que um trágico acidente acabou com os seus sonhos. Agora é preciso lutar para que Shane seja reconhecido como interlocutor legítimo de sua alma gêmea.

 

Flores Raras

Ambientado no Brasil dos anos 50, o filme contará a história do relacionamento entre a poeta norte‐americana Elizabeth Bishop e a arquiteta brasileira Lota de Macedo Soares. Extremamente rico e, ao mesmo tempo, bastante conturbado, esse relacionamento rendeu frutos que são marcos artísticos universais: de um lado, a poética de Bishop, cujo auge ocorre exatamente no período brasileiro da poeta; de outro, a idealização e construção do Aterro do Flamengo, obra arquitetônica mundialmente conhecida, nascida do gênio delirante de Lota. Ao mesmo tempo, o filme será um passeio pela vida política, privada e pela história brasileira do Rio de Janeiro, na década de 50.

 

Paris is Burning

Este premiado e antológico documentário explora a cena dos Ballrooms de New York na segunda metade dos anos 1980. Criada pela população LGBT de origem afro-latina, essa subcultura é explorada em todos os seus aspectos e reflexões, tendo como foco alguns personagens marcantes de uma cena que ainda vive, desde o final dos anos 1950 até o nosso tempo. Esse filme é considerado um marco na visibilidade da população LGBT nos EUA, sendo pioneiro em mostrar a realidade crua misturada à cultura vibrante e criativa da cena dos Balls de New York. Por isso, ele é tomado por boa parte dos LGBT estadunidenses como um guia fundamental de auto-consciência histórica e cultural.



Criado em meio a filme violentos da sessão da tarde dos anos 90, meu gosto para filme não poderia fugir muito disto. Nunca dispenso um bom filme de ação, daqueles repletos de explosões, carros fazendo grandes saltos, ou alguma cena de luta com diversos tipos de torções, além de socos e chutes capaz de fazer o adversário desmaiar com apenas um golpe.