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Filmes para refletir sobre a discriminação racial

Hoje, dia 21 de março é o Dia Internacional Contra a Discriminação Racial, e convenhamos, o assunto ainda precisa ser discutido e rediscutido quase que diariamente, pois ainda precisamos melhorar em diversos aspectos. Você pode até não concordar com isso, mas faça isso depois de assistir a lista abaixo e levantar os seus argumentos de maneira inteligente, empática e coerente.

Em todo caso vale as indicações não só por conta da reflexão, mas também por conta das obras cinematográficas que se apresentam. Confira a lista abaixo e deixe as suas indicações nos comentários:

 

Bem-vindo a Marly-Gomont (Bienvenue à Marly-Gomont, 2016)

Em 1975, Seyolo Zantoko, médico recém-graduado de Kinshasa (Congo), aproveita a oportunidade e vai trabalhar em uma pequena aldeia francesa. Ao chegarem em Marly-Gomont, Seyolo e sua família ficam desiludidos. As pessoas têm medo, pois nunca viram negros em suas vidas. Mas Seyolo é determinado a vencer suas apostas e vai se esforçar para ganhar a confiança dos moradores.

 

Sou Escrava (I Am Slave, 2010)

Malia vem de uma orgulhosa família do Sudão e seu pai Bah é o líder da tribo, um homem de poder. Mas nada disso significa alguma coisa quando ela é capturada junto com outras meninas. Vendida para uma família na Arábia, Malia é tratada com violência e humilhação, até que é enviada para Londres, onde busca novamente alcançar sua liberdade roubada.

 

Libertem Angela Davis (Free Angela, 2012)

Um documentário que narra a vida da jovem professora universitária Angela Davis, e como seu ativismo social implica ela em uma tentativa fracassada de sequestro, que termina com uma troca de tiros, quatro mortos, e seu nome na lista dos 10 mais procurados do FBI.

 

A 13ª Emenda (13th, 2016)

Escravidão. Criminalização. Elos de uma corrente de segregação racial forjada por motivos políticos e econômicos. Estudiosos, ativistas e políticos analisam a correlação entre a criminalização da população negra dos EUA e o boom do sistema prisional do país.

 

A Cor Púrpura (The Color Purple, 1985)

Em 1906, em uma pequena cidade da Georgia, sul dos Estados Unidos, a quase adolescente Celie, violentada pelo próprio pai, torna-se mãe de duas crianças. Separada dos filhos, Celie, é doada à Mister, que a trata como companheira e escrava ao mesmo tempo. Cada vez mais calada e solitária, Celie passa a compartilhar sua tristeza em carta.

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Criado em meio a filme violentos da sessão da tarde dos anos 90, meu gosto para filme não poderia fugir muito disto. Nunca dispenso um bom filme de ação, daqueles repletos de explosões, carros fazendo grandes saltos, ou alguma cena de luta com diversos tipos de torções, além de socos e chutes capaz de fazer o adversário desmaiar com apenas um golpe.