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Larissa Manoela faz sua primeira protagonista no filme ‘Meus 15 Anos’

De volta ao set de filmagem, a atriz Larissa Manoela inicia seu mais novo projeto cinematográfico: “Meus 15 Anos”, longa-metragem baseado no livro homônimo de Luiza Trigo, que mostra os conflitos na adolescência a partir da rotina de Bia (Larissa Manoela), personagem estudiosa, que mora com o amoroso pai (Rafael Infante), e se sente um pouco deslocada na escola.

Com direção de Caroline Fioratti, roteiro de Luiza Trigo, Clara Deák e Marcelo Andrade, e distribuição Paris Filmes e Downtown Filmes, ainda reúne no elenco Rafael Infante e os jovens atores Daniel Botelho, Bruno Peixoto, Victor Meyniel, Clara Caldas, Bruna Tatar, Pyong Lee, entre outros. As filmagens acontecem em São Paulo até fevereiro.

“Meus 15 Anos” traz Larissa Manoela como Bia, uma jovem de 14 anos que vive com seu pai, Edu, e tem um único amigo para apoiá-la, Bruno (Daniel Botelho). Juntos, os amigos têm uma parceria que ultrapassa os muros da escola: a música. Sem outras amizades e se sentindo fora das panelinhas do colégio, Bia se vê desestabilizada quando descobre que ganhou uma festa de debutante e terá que convidar um significativo número de pessoas para o evento. No fundo dessa história que retrata a adolescência e seus dilemas, questões familiares e condutas sociais são exploradas.

O longa-metragem tem estreia prevista para junho de 2017.

Sinopse:

Bia tem 14 anos e está prestes a completar 15. Sua mãe faleceu quando ela ainda tinha 4 anos e ela foi muito bem criada por seu pai, Edu. Um sujeito moleque, alto astral e muito parceiro da filha. Eles dividem o gosto pela música e um humor um tanto quanto diferente. Estão sempre fazendo palhaçadas e se divertindo juntos. Na escola de Bia a coisa muda um pouco de figura. O ambiente é bem mais hostil do que em casa e esse jeitinho diferente de Bia não atrai muitas amizades e muito menos garotos. Mas toda essa falta de popularidade da garota vai mudar em virtude da festa de 15 anos e ela percebe que vai precisar amadurecer. E aceitar a si mesma do jeito que sempre foi: um pouco diferente.



Eu comecei a gostar de cinema porque a minha mãe gostava muito, em casa tínhamos um costume, toda segunda-feira, era dia de filme. Acredito que todo filme pode trazer algum sentimento, por isso não dispenso um que possa me deixar apreensiva, ansiosa, que me faça chorar de dar risada e alegrar o meu dia, gosto dos filmes acolhedores, aqueles que te levam a um tempo bom da sua vida e te deixam confortável, onde quer que esteja.